Tratamento para Auto Estima

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Baixa Auto Estima

A autoestima é o resultado de um conjunto de crenças e opiniões que temos acerca de nós e o valor que cremos ter enquanto indivíduo, sendo um dos fatores mais importantes para o bem-estar psicológico e uma boa saúde mental. Ter uma autoestima baixa reduz sua interação com o mundo, e geralmente, impossibilita vivências prazerosas e gratificantes. Na depressão, por vezes, acreditamos que não temos valor.

Maus pensamentos e maus sentimentos só nos são prejudiciais, no momento em que temos uma autoestima negativa. Se temos uma autoimagem negativa, tendemos a ver apenas o lado negativo das coisas, frequentemente relacionado a algum defeito que acreditamos ter (e por vezes esse defeito é um conjunto de resultados de eventos casuais não relacionados à pessoa, compreendidos por ela como de sua responsabilidade direta).

Geralmente, estamos tão envolvido e certos dessas crenças nocivas que nem percebemos o quanto elas não fazem sentido, são inúteis e prejudiciais. Devemos considerar que o nosso valor não pode estar baseado na percepção de o quanto somos amados ou desejados, da opinião que os outros tem sobre nós, ou de fatores dependentes de eventos externos. Sua autoestima não pode depender de um elogio, ou de uma promoção. O que determina uma boa autoestima é o nosso sentido de valor próprio, e esse valor não pode ser dado pelos outros.

Qualquer um que esteja com a autoestima baixa pode e deve transformar essa situação. A mudança de padrões de pensamentos e sentimentos negativos, que nos entristecem, nos deprimem ou nos desvalorizam necessita de dedicação, disciplina e persistência. Devemos mudar a nossa forma de agir, definindo metas reais almejando aquilo que desejamos ser.

Para modificarmos nosso sentido de valor, precisamos analisar esses pensamentos e sentimentos negativos de forma crítica e racional, confirmando sua autenticidade e utilidade dentro de nossa vivencia com base em fatos, não em suposições. Remover qualquer generalização e pensamento preconceituoso em relação a nossas atitudes

Mesmo que a nossa cultura nos ensine a buscar a aprovação dos outros e a depender do valor que os outros atribuem a nós, o mais importante é a nossa opinião sobre nós mesmos. A pouca consideração que podemos ter de nós é uma das principais razões que favorecem a baixo autoestima. A desaprovação faz parte da interação social, não podemos nos sentir culpados ou perturbados se uma pessoa não nos aceita ou não desenvolve afeto por quem somos. Agir contra os nossos desejos para agradar uma terceira pessoa é fórmula certa para a frustração.

Quem está com a autoestima baixa, adota crenças, ou rótulos negativos acerca de si. Frases como "sou burra", ou "faço tudo errado", são comuns de serem ouvidas. Porém, rótulos são dados a coisa estáticas, imutáveis. Um produto no mercado possui um rótulo para descrever suas propriedades, que por sua vez não se alteram. Um molho de tomate, sempre será um molho de tomate. Esses rótulos são resultantes de generalizações, decorrentes de experiências frustrantes que foram tomadas por regra.

Pessoas não podem ser rotuladas por estarem em constante mudança. Mesmo que não percebamos, a interação com as experiências no dia a dia sempre nos modifica em algo, estamos sempre a aprender algo novo, mesmo que isso não seja notado. Assim, essas crenças ou rótulos negativos jamais determinariam nosso valor, e devem ser eliminados como um vírus que danifica o funcionamento do seu computador.

Outra questão que favorece a baixa autoestima está em atribuir eventos positivos a casualidade, a um ser superior, ou a qualquer fator externo exclusivamente, enquanto eventos negativos são sempre associados a uma característica pessoal e permanente. Exemplos clássicos podem ser encontrados em frases como "tive sorte em tira uma boa nota naquela prova", ou "não levo jeito para dirigir". No primeiro exemplo,  o preparo para o exame foi desconsiderado, atribuindo o valor do sucesso a questões abstratas como a sorte, já no segundo, a compreensão de que dirigir, assim como qualquer outra habilidade adquirida por treino, foi atribuída a uma questão de limitação ou defeito pessoal no lugar da necessidade de exercitar a direção o suficiente para adquirir aquela nova habilidade.

Além disto, também é possível desenvolver baixa autoestima por ouvirmos com frequência comentários negativos e depreciativos. Esse ponto pode ser especialmente traumático na infância e na adolescência, considerando que essas são fases em que buscamos a todo momento referências externas para a construção de nossa própria personalidade. Geralmente, pessoas que criticam com frequência, possuem elas próprias um autoconceito negativo. Assim, não podemos depender a nossa atribuição de valor ao pensamento dos outros. Essas críticas podem sim ser analisadas com base na realidade, mas nunca para nos sentirmos mal ou perturbados.

Na clínica, o tratamento para autoestima é feito reconstruindo as crenças que fortalecem e mantém a baixa autoestima, com o auxílio de técnicas de observação e reorientação de pensamento, técnicas de relaxamento e adaptação sócio comportamental.

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